quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Efeito evolutivo mola

Sofremos de um efeito evolutivo mola. Podemos, graças ao Pai, colocar em prática nosso livre arbítrio diariamente. Porém, devido, ainda, as nossas imperfeições continuamos errando, seja em antigos e conhecidos erros ou até mesmo em novos, inéditos.

Sabemos, através de mensagens passadas pelos nossos excelsos irmãos do lado espiritual que o espírito nunca retrocede sua evolução, podendo no máximo estagnar, pois tendemos sempre a evoluir.

Em seu início, assim como o espírito, a mola é dura, grosseira, difícil de esticá-la, pouco maleável. Porém, quando evoluímos a mola é esticada, depois ela tenta retornar ao seu estado natural, de forma automática, mas nunca o consegue, mesmo que tenhamos a leve impressão disto, pois houve a evolução, o aprendizado, por menor que tenha sido e é assim que o é, lento e quase imperceptível. Demoramos quase uma existência completa para corrigir pequenas falhas.

O fato da "Mola da evolução" tentar retornar ao seu estado natural são as decepções e dores causadas pelos nossos erros e defeitos na caminhada da evolução, significando também o tempo necessário para assimilar os novos conceitos, conhecimentos e patamar alcançado pelo espírito. Geralmente quando experimentamos experiências evolutivas novas estas são acompanhadas de dor. Por exemplo: Se há o rompimento de um primeiro relacionamento amoroso, o segundo já não o será tão como o primeiro.

Não é doloroso qualquer tipo de situação difícil quando estamos enfrentando ela no momento? E quando tempo depois olha-se para trás vemos não mais dificuldade, e sim o aprendizado e a necessidade de tê-lo acontecido para o aprimoramento.

Deus salve a nossa capacidade de aprender com os nossos erros e principalmente com os erros dos outros.

Sábio é aquele que aprende com os erros dos outros.
Inteligente é aquele que aprende com os seus próprios erros.
Grosseiro é aquele que erra e continua errando."

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